quinta-feira, 22 de julho de 2021

SEGUE INFORMAÇÕES SOBRE O ATENDIMENTO DO SAMU

 



SAMU 192 QUANDO CHAMAR O SAMU 192?

O atendimento do SAMU 192 começa a partir do chamado telefônico, quando são prestadas orientações sobre as primeiras ações. A ligação é gratuita, para telefones fixo e mível. Os técnicos do atendimento telefônico que identificam a emergência e coletam as primeiras informações sobre as vítimas e sua localização. Em seguida, as chamadas são remetidas ao Médico Regulador, que presta orientações de socorro às vítimas e aciona as ambulâncias quando necessário. As ambulâncias do SAMU 192 são distribuídas estrategicamente, de modo a otimizar o tempo-resposta entre os chamados da população e o encaminhamento aos serviços hospitalares de referência. A prioridade é prestar o atendimento à vítima no menor tempo possível, inclusive com o envio de médicos conforme a gravidade do caso. As unidades móveis podem ser ambulâncias, motolâncias, ambulanchas ou aeromédicos, conforme a disponibilidade e necessidade de cada situação, sempre no intuito de garantir a maior abrangência possível.


VEJA QUANDO CHAMAR O SAMU  NA OCORRÊNCIA DE PROBLEMAS CARDIO-RESPIRATÓRIOS

·  Intoxicação exógena e envenenamento;

·  Queimaduras graves

·  Na ocorrência de maus tratos;

·  Trabalhos de parto em que haja risco de morte da mãe ou do feto;

·  Em tentativas de suicídio;

·  Crises hipertensivas e dores no peito de aparecimento súbito;

·  Quando houver acidentes/traumas com vítimas;

·  Afogamentos;

·  Choque elétrico;

·  Acidentes com produtos perigosos;

·  Suspeita de Infarto ou AVC (alteração súbita na fala, perda de força em um lado

· do corpo e desvio da comissura labial são os sintomas mais comuns);  Agressão por arma de fogo ou arma branca;

·  Soterramento, Desabamento;

·  Crises Convulsivas

·  Transferência inter-hospitalar de doentes graves;

·  Outras situações consideradas de urgência ou emergência, com risco de morte,

· sequela ou sofrimento intenso.

 

Quando não chamar o SAMU 192  Febre prolongada;

·  Dores crônicas;

·  Vômito e diarreia;

·  Levar pacientes para consulta médica ou para realizar exames;

·  Transporte de óbito;

·  Dor de dente;

·  Transferência sem regulação médica prévia;

·  Trocas de sonda;

·  Corte com pouco sangramento,

·  Entorses;

·  Cólicas renais;

·  Transportes inter-hospitalares de pacientes de convênio;

·  Todas as demais situações onde não se caracterize urgência ou emergência

· médica. IMPORTANTE: Nestes casos e em todos os casos sem caracterização de urgência ou emergência

 

 Fonte: saude.gov.br/Ministério da Saúde