segunda-feira, 10 de abril de 2023

GRIPE: CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO COMEÇA NESTA SEGUNDA (10)

 


Estratégia focará em idosos com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a 6 anos, gestantes, puérperas, povos indígenas, entre outros grupos prioritários.

O Ministério da Saúde dá início nesta segunda-feira (10) a campanha de vacinação contra a gripe em todo o país, que irá ser realizada até o dia 31 de maio.

De acordo com o ministério, nessa fase a campanha de imunização focará nos seguintes grupos prioritários:

·        crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias),

·        gestantes,

·        puérperas,

·        povos indígenas,

·        trabalhadores da saúde,

·        idosos com 60 anos e mais,

·        professores das escolas públicas e privadas,

·        pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais,

·        pessoas com deficiência permanente,

·        profissionais das forças de segurança e salvamento e das forças armadas,

·    caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso,

·        trabalhadores portuários,

·        funcionários do sistema prisional,

·        adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas

·        e toda a população privada de liberdade.


Ainda segundo a pasta, mais de 81 milhões de pessoas fazem parte do público-alvo. A meta do governo é vacinar pelo menos 90% dessas pessoas.

O que é a influenza?

       Vacina de gripe é segura e eficaz — Foto: Carlos Bassan

A gripe é uma infecção aguda do sistema respiratório, provocada pelo vírus da influenza, que tem grande potencial de transmissão.

Existem quatro tipos de vírus da gripe: A, B, C e D. Os dois primeiros são mais propícios a provocar epidemias em ciclos anuais, enquanto o C costuma provocar alguns casos mais leves e o D não é conhecido por infectar ou causar doenças em humanos.

Ainda segundo o Ministério da Saúde, a vacinação anual contra a influenza permite, ao longo do ano, minimizar a carga do vírus e prevenir o surgimento de complicações, reduzindo os sintomas nos grupos prioritários além de reduzir a sobrecarga sobre os serviços de saúde.


Por Roberto Peixoto, g1

 

 

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