segunda-feira, 22 de junho de 2020

L ‘Etat c’ est (O Estado sou eu)

Passadas décadas de mando, sempre exorbitando o absolutismo, “O homem que não conhece derrota” vê chegar o seu réquiem. Político também tem prazo de validade e vencimento. De toda sorte parece injustificável que um político mesmo tendo boa vida pregressa deva exercer tais poderes absolutistas e demagógicos, anos a fio, e todos esquecendo que a alternância do poder é sempre salutar. 

Pois é, “O homem que não conhece derrota”, como costuma jactar-se, Cleomar Cunha, após comandar uma oligarquia infinda em Tuntum-MA acha-se acoelhado como O “REIZIM” SEM COROA, com mínimas chances de formar uma chapa majoritária, a sua sucessão, para as próximas eleições municipais. Diante das dificuldades para manter minimamente uma base eleitoral, o prefeito Cleomar apela para uma forma abjeta de fazer proselitismo político, até mesmo com grilagem de terra. 

Na semana passada foi vítima uma família do Tuntum de Cima, zona urbana, cuja matriarca é uma senhora viúva já idosa, dona Nady Bandeira, que de súbito viu sua propriedade, onde vive com sua família há 40 anos, sendo invadida. E se não bastasse! o prefeito, o seu algoz, afrontando sua família com intentos raivosos sendo necessária a presença de força policial e, ainda, do apoio do Deputado Estadual Fernando Pessoa para preservar o direito da família, a integridade das pessoas envolvidas e manter a ordem frente a matilha do rei. 

Fica aqui um lembrete como colaboração: 
Quem grita: - ei me dá um pedaço de terra aí! Não garante o voto. Nem invadir propriedade é lícito. 

Vale lembrar que o absolutismo é coisa da Idade Medieval (476d.C. – 1453), onde os reis dominavam a burguesia e o clero e tornavam-se senhores de todas as causas. Cita-se Luís XlV, rei da França, que ganhou notoriedade por ter proferido: “L ‘Etat c’ est” (O Estado sou eu). 

Não se pode deixar de lembrar que o Brasil é um país democrático regido por uma Constituição Cidadã e por um Estado Democrático de Direito pacificado, o garantidor, cujo povo é cidadão e não escravo, imerso ,hoje, em um mundo cibernético onde a informação cobre o planeta em tempo real e está na palma de sua mão [smartphone]. 


O império caiu! 

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